quinta-feira, 3 de janeiro de 2008

Anaifabetismo? ou Escolha própria?

Infelizmente, acontecem estas coisas, veja este fato, um prato cheio para os que aborrecem os crentes, e, ainda mais quando alguém se dizendo pastor, comete uma ignorância dessas, declaradamente demonstrando o desconhecimento da ciência de sua Língua Portuguesa, possivelmente ignorância mesmo, ou não sei.

Será que o tal não tenha unido seu útil ao agradável? Fazendo Cavalo de Batalha do trecho da bíblia que apresentou? Isto pode muito bem ter acontecido. Seja lá o que for, os homens julgam à sua maneira, mas o Senhor Deus o julgará corretamente. Uma coisa sabemos, como também o repórter, que a Bíblia não manda praticar o adultério.

Qualquer Pessoa que estuda a Bíblia tem por obrigação fazer uso da acentuação e pontuação correta da Língua Portuguesa a fim de não cometer erros grotescos e assim ensinar erroneamente aos outros, distorcendo a Palavra de Deus.Indecentemente indivíduos semeanalfabetos cometem erros por isso.

22/12/07 Data da postagem deste Vídeo no Site: http://praxiscrista.blogspot.com/2007/12/doeu-no-fantstico.html pela pessoa baixo declarada.

Doeu no Fantástico VÍDEO

Isso me lembra a história do pastor que impedia os solteiros da igreja de se abraçarem. Pois segundo ele a Bíblia dizia que era melhor casar do que viver abrasado. Nessa história triste do pedreiro/pastor o acento foi apenas um "pequeno detalhe".


Retirado de: A Bacia das Almas


Postado por Mauricio Abreu de Carvalho às 23:19


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Costa

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quarta-feira, 2 de janeiro de 2008

A Origem da Escola Dominical

http://www.cpad.com.br/cpad/artigos/artigo_1.htm
“A minúscula semente de mostarda que se transformou numa grande árvore”

Ruth Doris Lemos Sentado a sua mesa de trabalho num domingo em outubro de

Sentado a sua mesa de trabalho num domingo em outubro de 1780 o dedicado jornalista, Robert Raikes procurava concentrar-se sobre o editorial que escrevia para o jornal de Gloucester, de propriedade de seu pai. Foi difícil para ele fixar a sua atenção sobre o que estava escrevendo pois os gritos e palavrões das crianças que brincavam na rua, debaixo da sua janela, interrompiam constantemente os seus pensamentos. Quando as brigas tornaram-se acaloradas e as ameaças agressivas, Raikes julgou ser necessário ir à janela e protestar do comportamento das crianças. Todos se acalmaram por poucos minutos, mas logo voltaram às suas brigas e gritos.

Robert Raikes contemplou o quadro em sua frente; enquanto escrevia mais um editorial pedindo reforma no sistema carcerário. Ele conclamava as autoridades sobre a necessidade de recuperar os encarcerados, reabilitando-os através de estudo, cursos, aulas e algo útil enquanto cumpriam suas penas, para que ao saírem da prisão pudessem achar empregos honestos e tornarem-se cidadãos de valor na comunidade. Levantando seus olhos por um momento, começou a pensar sobre o destino das crianças de rua; pequeninos sendo criados sem qualquer estudo que pudesse lhes dar um futuro diferente daquele dos seus pais. Se continuassem dessa maneira, muitos certamente entrariam no caminho do vício, da violência e do crime.

A cidade de Gloucester, no Centro-Oeste da Inglaterra, era um polo industrial com grandes fábricas de têxteis. Raikes sabia que as crianças trabalhavam nas fábricas ao lado dos seus pais, de sol a sol, seis dias por semana. Enquanto os pais descansavam no domingo, do trabalho árduo da semana, as crianças ficavam abandonadas nas ruas buscando seus próprios interesses. Tomavam conta das ruas e praças, brincando, brigando, perturbando o silêncio do sagrado domingo com seu barulho. Naquele tempo não havia escolas públicas na Inglaterra, apenas escolas particulares, privilégio das classes mais abastadas que podiam pagar os custos altos. Assim, as crianças pobres ficaram sem estudar; trabalhando todos os dias nas fábricas, menos aos domingos.

Raikes sentiu-se atribulado no seu espírito ao ver tantas crianças desafortunadas crescendo desta maneira; sem dúvida, ao atingir a maioridade, muitas delas cairiam no mundo do crime. O que ele poderia fazer?

Por um futuro melhor
Sentado a sua mesa, e meditando sobre esta situação, um plano nasceu na sua mente. Ele resolveu fazer algo para as crianças pobres, que pudesse mudar seu viver, e garantir-lhes um futuro melhor! Pondo ao lado seu editorial sobre reformas nas prisões, ele começou a escrever sobre as crianças pobres que trabalhavam nas fábricas, sem oportunidade para estudar e se preparar para uma vida melhor. Quanto mais ele escrevia, mais sentia-se empolgado com seu plano de ajudar as crianças. Ele resolveu neste primeiro editorial somente chamar atenção à condição deplorável dos pequeninos, e no próximo ele apresentaria uma solução que estava tomando forma na sua mente.

Quando leram seu editorial, houve alguns que sentiram pena das crianças, outros que acharam que o jornal deveria se preocupar com assuntos mais importantes do que crianças, sobretudo, filhos dos operários pobres! Mas Robert Raikes tinha um sonho, e este estava enchendo seu coração e seus pensamentos cada vez mais! No próximo editorial, expôs seu plano de começar aulas de alfabetização, linguagem, gramática, matemática, e religião para as crianças, durante algumas horas de domingo. Fez um apelo através do jornal, para mulheres com preparo intelectual e dispostas a ajudar-lhes neste projeto, dando aulas nos seus lares. Dias depois um sacerdote anglicano indicou professoras da sua paróquia para o trabalho.

O entusiasmo das crianças era comovente e contagiante. Algumas não aceitaram trocar a sua liberdade de domingo, por ficar sentadas na sala de aula, mas eventualmente todos estavam aprendendo a ler, escrever e fazer as somas de aritmética. As histórias e lições bíblicas eram os momentos mais esperados e gostosos de todo o currículo. Em pouco tempo, as crianças aprenderam não somente da Bíblia, mas lições de moral, ética, e educação religiosa. Era uma verdadeira educação cristã.

Robert Raikes, este grande homem de visão humanitária, não somente fazia campanhas através de seu jornal para angariar doações de material escolar, mas também agasalhos, roupas, sapatos para as crianças pobres, bem como mantimentos para preparar-lhes um bom almoço aos domingos. Ele foi visto freqüentemente acompanhado de seu fiel servo, andando sob a neve, com sua lanterna nas noites frias de inverno. Raikes fazia isto nos redutos mais pobres da cidade para levar agasalho e alimento para crianças de rua que morreriam de frio se ninguém cuidasse delas; conduzindo-as para sua casa, até encontrar um lar para elas.

As crianças se reuniam nas praças, ruas e em casas particulares. Robert Raikes pagava um pequeno salário às professoras que necessitavam, outras pagavam suas despesas do seu próprio bolso. Havia, também, algumas pessoas altruistas da cidade, que contribuíam oara este nobre esforço.

Movimento mundial
No começo Raikes encontrou resistência ao seu trabalho, entre aqueles que ele menos esperava - os líderes das igrejas. Achavam que ele estava profanando o domingo sagrado, e profanando as suas igrejas com as crianças ainda não comportadas. Havia nestas aturas, algumas igrejas que estavam abrindo as suas portas para classes bíblicas dominicais, vendo o efeito salutar que estas tinham sobre as crianças e jovens da cidade. Grandes homens da igreja, tais como João Wesley, o fundador do metodismo, logo ingressaram entusiasticamente na obra de Raikes, julgando-a ser um dos trabalhos mais eficientes para o ensino da Bíblia.

As classes bíblicas começaram a se propagar rapidamente por cidades vizinhas e, finalmente, para todo o país. Quatro anos após a fundação, a Escola Dominical já tinha mais de 250 mil alunos, e quando Robert Raikes faleceu em 1811, já havia na Escola Dominical 400 mil alunos matriculados.

A primeira Associação da Escola Dominical foi fundada na Inglaterra em 1785, e no mesmo ano, a União das Escolas Dominicais foi fundada nos Estados Unidos. Embora o trabalho tivesse começado em 1780, a organização da Escola Dominical em caráter permanente, data de 1782. No dia 3 de novembro de 1783 é celebrada a data de fundação da Escola Dominical. Entre as igrejas protestantes, a Metodista se destaca como a pioneira da obra de educação religiosa. Em grande parte, esta visão se deve ao seu dinâmico fundador João Wesley, que viu o potencial espiritual da Escola Dominical, e logo a incorporou ao grande movimento sob sua liderança.

A Escola Bíblica Dominical surgiu no Brasil em 1855, em Petrópolis (RJ). O jovem casal de missionários escoceses, Robert e Sarah Kalley, chegou ao Brasil naquele ano, e logo instalou uma escola para ensinar a Bíblia para as crianças e jovens daquela região. A primeira aula foi realizada no domingo, 19 de agosto de 1855. Somente cinco participaram, mas Sarah, contente com “pequenos começos” contou a história de Jonas, mais com gestos, do que palavras, porque estava só começando a aprender o português. Mas, ela viu tantas crianças pelas ruas, e seu coração almejava ganhá-las para Jesus. A semente do Evangelho foi plantada em solo fértil.

Com o passar do tempo aumentou tanto o número de pessoas estudando a Bíblia, que o missionário Kalley iniciou aulas para jovens e adultos. Vendo o crescimento, os Kalleys resolveram mudar para o Rio de Janeiro, para dar uma continuidade melhor ao trabalho e aumentar o alcance do mesmo. Este humilde começo de aulas bíblicas dominicais deu início à Igreja Evangélica Congregacional no Brasil.

No mundo, há muitas coisas que pessoas sinceras e humanitárias fazem, sem pensar ou imaginar a extensão de influência que seus atos podem ter. Certamente, Robert Raikes nunca imaginou que as simples aulas que ele começou entre crianças pobres, analfabetas da sua cidade, no interior da Inglaterra, iriam crescer para ser um grande movimento mundial. Hoje, a Escola Dominical conta com mais de 60 milhões de alunos matriculados, em mais de 500 mil igrejas protestantes no mundo. É a minúscula semente de mostarda plantada e regada, que cresceu para ser uma grande árvore cujos galhos estendem-se ao redor do globo.

Ruth Dorris Lemos é missionária norte-americana em atividade no Brasil, jornalista, professora de Teologia e uma das fundadoras do Instituto Bíblico da Assembléia de Deus (IBAD), em Pindamonhangaba (SP)

terça-feira, 1 de janeiro de 2008

Papa diz que falta de esperança é o mal da sociedade moderna

EFE






O Papa Bento XVI afirmou hoje na tradicional cerimônia do "Te Deum" de fim de ano que a falta de "esperança e confiança" na vida constitui o mal "obscuro" da sociedade ocidental moderna.






Bento XVI celebrou na Basílica de São Pedro o "Te Deum" de ação de graças pelo ano que termina hoje, como a tradição das tardes de cada 31 de dezembro iniciada pelo Papa Paulo VI.






A esperança foi um dos assuntos abordados pelo Pontífice na homilia e também é o principal tema de sua recente encíclica "Spe Salvi" ("Salvos na Esperança").






Bento XVI disse que atualmente se vê "a falta de esperança e confiança na vida, que constitui o mal obscuro da sociedade ocidental moderna".






Aproveitou o assunto e sintetizou os "múltiplos desafios" relacionados ao consumismo e ao secularismo.






Bento XVI declarou que "muitos, principalmente jovens, são atraídos por uma falsa exaltação, ou melhor, profanação do corpo e pela banalização da sexualidade".






Durante a homilia, comentou as palavras finais de um hino do "Te Deum" que são "um grito de fé, de confiança total em Deus", disse.






Cristo é "nossa esperança confiável", afirmou o Papa. Ele pediu a Deus que faça de cada pessoa "um autêntico fermento de esperança" para a construção de "um futuro melhor".






Bento XVI também desejou que Deus ajude as pessoas e famílias, que sofrem "graves carências e pobreza" que lhes impedem de "olhar o futuro com confiança".






No entanto, destacou que não faltam motivos de esperança pelos quais implorar a bênção divina e pediu que Deus guarde e proteja seus filhos.






O Papa se referiu à comunidade diocesana, que está comprometida em dar uma resposta à "grande urgência educacional, à dificuldade de transmitir às novas gerações os valores da existência e um comportamento justo".






A Igreja tenta enfrentar a questão "sem clamores, com confiança paciente" em primeiro lugar no âmbito familiar. O Papa qualificou de reconfortante o fato de o trabalho iniciado por paróquias e associações para a pastoral familiar "continuar se desenvolvendo e dando frutos".






Bento XVI pediu proteção para as iniciativas missionárias que envolvem um número notável de jovens, que assumem "em primeira pessoa a responsabilidade e a alegria do anúncio e do testemunho do Evangelho".






As pessoas que nas últimas décadas se consagraram ao sacerdócio também foram lembradas pelo Pontífice, especialmente na diocese de Roma, onde 28 diáconos aguardam a ordenação sacerdotal, prevista para abril.






Durante a homilia, o Papa se referiu à Virgem Maria, por ocasião das primeiras vésperas da solenidade de Maria Santíssima Mãe de Deus.






Uma "mulher singular", que realizou uma missão que lhe deu uma relação totalmente "única" com Cristo, porque "Maria é a mãe do Salvador", lembrou.






Com a celebração do "Te Deum", Bento XVI encerrou sua agenda de atos públicos de 2007.






O Pontífice iniciará o ano de 2008 com uma missa na Basílica de São Pedro e fará uma mensagem direcionada para o Dia Mundial da Paz, que a Igreja Católica celebra todo 1º de janeiro.






Na mensagem, publicada no último dia 11, o Papa afirma que quem atrapalha a instituição familiar e destrói o meio ambiente ameaça a paz no mundo.



do site:

http://www.atarde.com.br/mundo/noticia.jsf?id=820154




segunda-feira, 31 de dezembro de 2007

Felicitações

A todos os leitores deste Site


Venho desejar a todos aqueles que por meio deste Instrumento de Comunicação venham buscar informações para o dia a dia, que gratuitamente recebemos do Deus Todo-Poderoso, o melhor que possa interessar no decorrer de 2008.


Todas as pessoas são Imagens de Deus, e como tal cada uma procure fazer o que de mais importante lhe possa parecer; para que venha sentir-se com sua consciência leve e possa ter a certeza de poder estar bem com seu próximo e com Deus.


Saiba escolher o que deve ter a PRIMAZIA em sua vida; sendo Grato ao teu Criador que por escolha, te deixou como sua última obra a ser criado, demonstrado a cada ser humano que somos a mais importante obra de sua Criação. Tanto é que nos fez com sua própria Mão e soprou às nossas narinas para nos dar de sua própria vida, e disse que somos sua Imagem e Semelhança. O que de alguma forma todos nós somos Imagem e Semelhança sua.


Faças o que disse Jesus no Sermão da montanha; " buscai primeiro o Reino de Deus e sua Justiça e as demais coisas lhes serão acrescentadas, " você sabe que Jesus na terra era Deus entre os homens, o que criou toda a natureza só porque você iria precisar dela e a governaria debaixo de seu comando.


Felicidade em 2008, com o reconhecimento e a aprovação do Deus-Todo-Poderoso durante os 366 dias deste ano, e tudo te seja para o teu bem. Deus te guarde e te abençoe em tudo, e te faça prosperar dia após dia.


Costa





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