sexta-feira, 7 de novembro de 2008

Os maiores projetos são frustrados






A secretária de Estado norte-americana com o primeiro-ministro israelita demissionário, Ehud OlmertA secretária de Estado norte-americana com o primeiro-ministro israelita demissionário, Ehud Olmer







A secretária de Estado norte-americana, Condoleezza Rice, admitiu ontem ser improvável alcançar um acordo israelo-palestiniano até ao final do ano. "É nossa expectativa que o processo tenha lançado as bases para tornar possível a criação de um Estado Palestiniano quando as circunstâncias políticas o permitirem. No entanto, este ano será muito difícil", declarou Rice à chegada a Israel, no início de mais um périplo pelo Médio Oriente.


O governo norte americano tinha esperanças de que fosse possível ainda neste ano, alcançar condições de um acordo Israel-palestino para a criação de um Estado que abrigaria aos ocupantes do território Israelense desde sua expulsão pelo Império romano em 70, da era cristã.

A idéia do governo americano está bastante difícil de se cumprir neste ano, pois Israel teve que marcar eleições parlamentares para 10 de Fevereiro do próximo ano e isto criou uma "situação diferente", referiu. O processo eleitoral é um contratempo quanto à conclusão do acordo, que não poderá ser estabelecido sem um governo gerado pelo processo eleitoral, disse a Secretária de Estado Rice.

A criação do Estado Palestino, estava prevista pelo governo George W. Bush para até o final de 2008; o que já é visto como sendo praticamente impossível, dentro do prazo estabelecido na Cimeira de Annapolis (EUA), no ano passado, admite o governo Bush.



Ontem, Rice encontrou-se em Telavive com o primeiro-ministro israelita demissionário, Ehud Olmert. Hoje, seguirá para à Cisjordânia, reunindo-se com o presidente da Autoridade Palestiniana, Mahmoud Abbas; em sua 19ª viagem à região em dois anos, a chefe da diplomacia de Washington, seguirá também à Jordânia e ao Egipto, onde tomará parte, no domingo, de uma reunião do Quarteto para o Médio Oriente.

O presidente norte-americano George W. Bush tinha traçado o propósito de conseguir, até ao final do ano em curso, um acordo que conduziria à criação de um Estado palestiniano. Porém, seus pensamentos por estarem fora (antecipados) dos pensamentos do Deus a que tudo está debaixo dos seus Pés; e só por isso, o Presidente Bush sofre frustações em seus projetos. Nada neste mundo foge ao Domínio do Deus Criador do Universo.

Olhando para a Palavra de Deus, ela diz: "Porque os meus pensamentos não são os vossos pensamentos, nem os vossos caminhos os meus caminhos, diz o SENHOR." (Isaías 55 : 8)



"Porque assim como os céus são mais altos do que a terra, assim são os meus caminhos mais altos do que os vossos caminhos, e os meus pensamentos mais altos do que os vossos pensamentos." (Isaías 55 : 9)

"Lembrai-vos das coisas passadas desde a antiguidade; que eu sou Deus, e não há outro Deus, não há outro semelhante a mim." (Isaías 46 : 9)

"Que anuncio o fim desde o princípio, e desde a antiguidade as coisas que ainda não sucederam; que digo: O meu conselho será firme, e farei toda a minha vontade." (Isaías 46 : 10)

Disse Jesus: "O céu e a terra passarão, mas as minhas palavras não hão de passar." (Mateus 24 : 35)

Costa


quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Milenar Crise Árabe - Israelense






1. Isaque versus Ismael. Em Abraão e sua esposa, que ainda não era Sara, (cujo significado é simplesmente, Ministra, Princesa), Sarai (“minha Princesa”), envolvendo a concubina Agar, começa a milenar crise “árabe-israelense”: Ismael, filho de Abrão com Agar, Isaque, filho de Sara com Abrão, formam dois povos: Árabes e Judeus, Ismael versus Isaque.







De certo modo, o patriarca Abraão tornou-se a base de três ramos religiosos: árabes, judeus e cristãos. Mesmo na atual Jerusalém, isso fica evidenciado de maneira muito clara no dia-a-dia. Em Abraão, há também promessas de bênçãos para as três correntes religiosas. A citação inicial de bênção encontra-se em Gênesis 12:3 – “Em ti (Abraão) serão benditas todas as famílias da terra”, envolvendo, ainda, bênçãos para as Nações. Na explanação paulina, direcionada ao Cristianismo, o Apóstolo dos Gentios diz: Ora, tendo a Escritura previsto que Deus haveria de justificar pela fé os gentios(goim), anunciou primeiro o Evangelho a Abraão dizendo: Todas as Nações serão benditas em ti. De sorte que os que são da fé são benditos com o crente Abraão”(Gálatas 3:8-9).







Em Abraão, à luz do Livro de Gênesis, a bênção para os povos árabe e judeu está no seu capítulo 17, versos 20 e 21: “E quanto a Ismael(tronco-árabe), também te tenho ouvido: eis aqui o tenho abençoado, e fá-lo-ei frutificar, e fá-lo-ei multiplicar grandissimamente; doze príncipes gerará, e dele farei uma grande nação” (tem-se o petrodólar com os árabes!). E prossegue: “O meu concerto, porém, estabelecerei com Isaque (aliança com Israel), o qual Sara te dará neste tempo determinado, no ano seguinte”.







Ainda segundo o Livro de Gênesis, o primeiro “ conflito árabe-israelense”, ocorreu por ocasião de uma festa de aniversário culminando, brusca e abruptamente, com a expulsão de Ismael e sua mãe, Agar, da casa de Abraão: E cresceu o menino, e foi desmamado; então Abraão fez um grande banquete no dia em que Isaque foi desmamado. E viu Sara que o filho de Agar, a egípcia, que esta tinha dado a Abraão, zombava. E Sara disse a Abraão: Deita fora esta serva e o seu filho; porque o filho desta serva não herdará com meu filho, com Isaque” (Gênesis 21:8-10).







É conveniente lembrar que os árabes mantêm versão diferente sobre esses mesmos fatos e os conflitos são em todas as áreas possíveis! Há o questionamento inicial de que Abraão não foi judeu e, de fato, Abraão veio de Ur dos caldeus ( Gên. 11:28) e o seu pai, Tera, era um idólatra, fabricante de ídolos, mas recebeu uma chamada especial de Deus que mudou todo o curso de sua vida e deu origem a dois povos irmãos que brigam sempre; muitos deles mantêm ódio mortal. Criando um paradoxal abismo de fé, pois a verdadeira fé teria como alvo supremo o amor. O ódio, seja de que lado for, não combina com religião ou fé.







2. O mesmo DNA. Hoje, a genética tem confirmado o mesmo DNA entre árabes e judeus ratificando a veracidade dos relatos do Livro de Gênesis. A propósito, diz Norton Godoy:







“Ninguém estranha quando tem notícia de dois irmãos que vivem às turras. Mas o que dizer de sujeitos que vivem brigando, mas não sabem que são tão irmãos quanto parecem? Ainda mais quando dividem o poder em uma região tão estratégica para o mundo quanto o Oriente Médio. Mas é o que acontece hoje com judeus e árabes. Um ambicioso estudo genético, realizado em conjunto por cientistas dos EUA, de Israel, da Itália, Grã-Bretanha e África do Sul, colheu amostras do DNA de 1.300 homens das duas etnias em 30 países. Estudando o cromossomo Y – aquela herança genética que é passada apenas de pai para filho sem nenhuma modificação –, obteve-se a confirmação científica de que todas as comunidades judaicas espalhadas hoje pelo mundo têm forte parentesco não apenas entre si mas também com palestinos, sírios e libaneses. A pesquisa revela que todos esses povos possuem um ancestral comum: uma população que teria habitado o Oriente Médio há quatro mil anos.







O estudo também mostra que todas essas comunidades judaicas conseguiram manter praticamente intacta sua identidade biológica, mesmo tendo migrado para regiões tão distintas do planeta. Segundo o chefe do Departamento de Estudos Judaicos da Universidade de Nova York, essa pesquisa corrobora os relatos bíblicos segundo os quais uma variedade de famílias do Oriente Médio se originou de um mesmo patriarca”.






http://www.cafetorah.com/Milenar-Crise-Arabe-Israelense

terça-feira, 4 de novembro de 2008

Beith Shean






Beith Shean é de uma localização extremamente estratégica e de grande importância, ela esta localizada junto ao Rio Jordão, entre o Vale de Jezreel e o Vale do Jordão sendo considerada no passado uma região controladora do acesso ao interior aos que vinham da região litorânea. Da mesma forma, para os que vinham de Jerusalém em direção a Galileia, os viajantes tinham que cruzar esta região.







Beith Shean em Video

A cidade está localizada a apenas 7 quilômetros do Monte Gilboa de onde se extraía as rochas de granito para suas colunas decorativas.







Na linguagem cananéia, Beith Shean significa "Casa da Tranquilidade". Beith Shean aparece historicamente nas conquistas de Tutmés III no décimo quinto século antes da era cristã. Havia ali um prédio de administração egípcia entre as dinastias XVIII e XIX que foi descoberto em escavações arqueológicas.







Na Bíblia, Beith Shean é mencionada como uma das cidades no Livro de Josué tendo sido conquistada posteriormente pelo Rei Davi após a morte do Rei Saul e seus filhos tornando-se posteriormente parte do reino de seu filho Salomão. Ali foram construídos grandes edifícios administrativos por parte de Salomão e que foram destruídos por Tiglath-Pileser III segundo as conclusões de escavações arqueológicas no local.







No nono século antes da era cristã a região teria sido tomada pelo Faraó Shishaq e foi mencionada em uma lista de conquistas.







Durante o período do Helenismo o local foi chamado de Scythopolis e este nome era provavelmente uma referência aos mercenários que viviam ali como veteranos, segundo a mitologia grega a cidade teria sido fundada por Dioniso e sua babá Nysa que teriam sido sepultados ali.







Beith Shean também foi citada nos séculos III e II A.C. em um relato como sendo o motivo das guerras entre as dinastias de Pitolomeu e Diadochi Seleucida. No contexto dos macabeus a cidade teria sido destruída por volta do século II A.C. e teria sido tomada pelos romanos no ano de 64 A.C. quando foi reconstruída e tornou-se a capital de Decápolis, ou seja as dez cidades da "Samaria" que era os centros das civilizações greco-romanas de então.







Sendo assim, a cidade tornou-se famosa pelo seu alto-nível de urbanização, planejamento e conta ainda hoje com o teatro mais bem conservado de toda a região da então Samaria além de um belo hipódromo, um cardo, ou seja uma rua de mercado e outras preciosidades da cultura e comércio romano.







Em um terrível terremoto que ocorreu no ano de 363 a cidade ficou extremamente danificada e muitos de seus edifícios vieram abaixo. Em 409 da era cristã a cidade tornou-se a capital do distrito norte da Palestina romana e entre os séculos IV e VII foi extremamente privilegiada no período bizantino que era essencialmente cristão, período no qual foram construídas muitas igrejas, os templos pagãos neste período foram destruídos, porém judeus da Samaria continuaram a viver e a frequentar ali suas sinagogas.







Ainda neste período, o nymphaeum e banhos romanos foram restaurados, há também muitas inscrições dedicatórias indicando doações para a construção de edifícios religiosos, mosaicos coloridos riquíssimos em detalhes inclusive com simbolos do Zodíaco, de Maria mãe de Jesus e da Menorah, o candelabro de sete braços e a inscrição SHALOM.







Na sinagoga judaica que foi bem conservada pode-se ver a tentativa de evitar imagens humanas e de animais, dando-se preferência a imagens de florais, plantas e motivos geométricos afim de evitar a idolatria.







Podem ser vistas na cidade uma série de construção luxuosas e verdadeiras mansões. No século VI da era cristã Beith Shean chegou a ter uma população de 40.000 pessoas, período este onde muitos viviam mesmo fora das muralharas da cidade.







No ano de 634 da era cristã o Império Bizantino perdeu sua força na região para o Califa Omar Ibn al-Khatab e a cidade foi renomeada para Youm Beisan, ou seja, o dia da vitória. Desde então muitos muçulmanos passaram a viver na região juntamente com os cristãos até o o século VIII, porém a população da cidade foi diminuindo cada vez mais durante este período onde as estruturas romanas e bizantinas foram ruindo por falta de cuidados e em torno destas estruturas foram feitas novas construções, o que tornou a cidade repleta de ruas estreitas.







No século VIII a cidade esteve no auge do seu declínio onde pode-se ver que as colunas de mármores eram ate mesma desfeitas afim de se produzir o cal e a praça principal foi convertida em um cemitério.







No ano de 749 da era cristã a cidade foi praticamente destruída por um grande terremoto que abalou a região perdendo sua importância populacional e regional, fato que foi descrito na literatura judaica. A cidade ainda foi citada em literatura árabe e muçulmana como uma região produtora de um vinho delicioso e como parte da conquista islâmica, região abundante em água e palmeiras.







Os cruzados estabeleceram na região um um forte chamado Beauvoir que está localizado a cerca de 15 quilômetros ao norte da cidade de Beith Shean por volta do ano de 1140 e permaneceram ali até o ano de 1190 onde hoje há um parque nacional chamado de Kohav HaYarden, ou seja, a Estrela do Jordão.







No final do Império Otomano foi feito para a região um linha ferroviária como uma extensão da linha que havia entre Haifa e Damasco. Beith Shean também foi descrita pelo viajante suíço-alemão Johann Ludwig Burkhart como sendo uma aldeia contendo cerca de 70 a 890 residências no ano de 1812.







A Universidade da Pensilvânia realizou escavações arqueológicas na antiga Beit She'an em 1921-1933 descobrindo muitas relíquias interessantes desde o Egípcio período, a maioria das quais são preservadas no Museu Rockefeller, em Jerusalém, e algumas no Museu da Universidade da Pensilvânia na Filadélfia, Estados Unidos.







Estão em curso escavações no local e que revelam ao menos de 18 sucessivas antigas vilas. A Antiga Beit She'an é um dos mais impressionantes sítios arqueológicos romanos e bizantinos, em Israel, mas atrai relativamente poucos turistas devido a sua localização ligeiramente distante da principais rotas turísticas.







Durante o século XX a cidade foi descrita no ano de 1934 como sendo uma cidade puramente árabe onde poderia-se ver belas paisagens do Rio Jordão do topo de suas casas. Em sua descrição ele diz "Muitos acampamentos beduínos que podem ser notados pelas tendas pretas, espalhados pelo ribeiro e os rebanhos pastando a sua volta."







A vila de Beisan(Beith Shean) passou a se tornar um lar para os judeus orientais no ano de 1936 quando os judeus eram atacados partir dali em suas novas colônias. Foi então em em 1938 após o assassinato de um judeu chamado Haim Sturmann, as força de Orde Wingate do então Império Britânico, chegaram a região causando grande baixas e um grande número de mortos.







Segundo o mandato britânico na palestina, Beisan tinha uma população de 16.660 muçulmanos (67%), 7590 judeus (30%), e 680 cristãos (3%), e árabes detinham 44% das terras, os judeus detinham 34% e 22% constituíam terras públicas.







O plano de partição da ONU de 1947 sugeria que a cidade fica-se sob a dominação judaica e como parte do Estado Judeu. Beith Sheam foi conquistada após muita luta na região pelos judeus faltando apenas três dias para o fim do Mandato Britânico na palestina o que garantiu a anexão por Israel.







Depois da Declaração de Independência de Israel em Maio de 1948 as terras comuns e as terras dos árabes que abandonaram a região foram confiscadas pelo estado de Israel. A maioria dos cristãos palestinos foram transferidos para a Nazaré incluindo Naim Ateek e sua família que haviam sido ameaçados de morrer se não deixassem a região. A demolição das casas na Beisan começou em junho de 1948, mas foi interrompida para permitir que imigrantes judias, em grande parte Ashkenazi, muitos deles sobreviventes Holocausto, para se instalarem no qual mesmo em casas palestinas.







Em 1974 uma família judaica foi assassinada por terroristas da Organização de Libertação da Palestina e da Frente Popular Democrática para a Libertação da Palestina, que havia invadido sua residência.







Beith Shean hoje tem uma população de cerca de 16.600 pessoas, em sua maioria absoluta de judeus imigrantes do norte da África.







Baith Shean também é uma das cidades e sítios arqueológicos considerados Patrimônio Mundial da Humanidade por sua riqueza histórica, arquitetônica e cultural através da história.







Aconselhamos o passeio na Antiga Beith Shean ( Parque Nacional de Beith Shean ) nos perídos do Outono e da Primavera pois as temperaturas na região durante o verão podem passar dos quarenta graus onde o calor é intenso e durante o inverno as chuvas são constantes podendo estragar o passeio.







Parque Nacional

Duração da Visita: 2-4 houras

Melhor época para visitar: Primavera e Outono

Não perca: A Cidade Romana e o Colina Bíblica.
Comodidade: Loja, casa de café, guias de turismo (necessita encomenda antecipada). Boa parte do parque dá acesso a cadeiras de rodas com rampas.







Horários:
Abril-Setembro, Domingo a Quinta : 8:00-20:00,
Sexta e Sábado: 08:00-17:00
October-March: 8:00-16:00
Telefone (04) 658-7189, guia: (06) 658-1913
Fax: (04) 658-1899
Valores de entrada: Individual: adultos 23 shekels,
criança 12 shekels
Groupos: adultos 19 shekels, criança 11 shekels.






www.cafetorah.com/Beith-Shean-Israel-Artigo-e-Fotos

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Tiberíades - Tiberias - טבריה





( Jerusalém debaixo de neve )

Tiberias (hebraico: טבריה, Tverya; árabe: طبرية, Tabariyyah) é uma cidade do litoral ocidental do Mar da Galiléia, na Baixa Galiléia, no distrito norte de Israel. Segundo o Instituto Central de Estatísticas, Israel (CBS), no final de 2003, a cidade tinha uma população de 39.900 habitantes.






Tiberíades é reconhecida uma das cidades santas do judaísmo junto com Jerusalém e Hebron. Tiberíades é a cidade mais visitada em férias de Israel na região Norte do país.






A cidade experimentou recentemente uma série de ataques de mísses lançados do Líbano pelo Hgrupo terrorista Hezbollah.






Tiberias foi estabelecida por volta do ano 20 da Era Cristã por Herodes Antipas,o filho de Herodes o Grande tornando-se a capital de seu reino, a Galiléia. Seu nome foi dado em homenagem ao patrono de Antipas, o imperador romano Tibério.






Existe um uma lenda de que o local foi construído sobre a aintiga e destruída aldeia de Rakkat. Flávio Josephus descreveu sua construção por Herodes Antipas próximo de uma aldeia chamada Emaús pelos antigos judeus da região.






Ainda em seu livro A Guerra dos Judeus, Flavius Josephus refere-se a ela como Emmaus. Tiberias seria seu nome no Império Romano (e, consequentemente, a forma mais utilizada em Inglês) era a sua forma grego, Τιβεριάς (Tiberias, grego moderno Τιβεριάδα Tiveriáda), uma adaptação do jogo da berlinda suffixed-semitas que preserva o seu gênero gramatical feminino.






Com o decurso do tempo, os judeus recusaram-se a manter ali, a presença de um cemitério que era utilizado para rituais impuros. Antipas cuidava de manter uma população predominante de não-judeus, fazendo que este vivessem em outras partes do seu domínio, a fim de preencher a sua nova capital com gentios, onde construiu um palácio sobre a acrópole.






O prestígio de Tiberíades foi tão grande que o mar da Galiléia logo veio a ser chamada ao mar de Tiberíades. A cidade foi dirigida por um conselho da cidade com 600 membros, uma comissão que regeu de 10 até 44 na era cristã.






Foi quando foi posto um Procurador Romano sobre a cidade após a morte de Herodes Agripa. Em 61 da era cristã, Agripa II anexou à cidade como parte de seu reino cujo capital era Cesaréia de Felipe, mais ao norte, junto ao Monte Hermon.






O mais famoso personagem de Tiberíades foi Pedro, o principal apóstolo de Jesus, e segundo muitos, seu discípulo mais amado. Durante a primeira guerra entre judeus e romanos, Flavius Josephus assumiu o controle da cidade de Herodes, mas os romanos destruíram palácio, e Flávio Josephus os convenceu a renderem-se.






Quando a maioria das outras cidades da Terra de Israel foram arrasadas, Tiberiades foi poupada e seus habitantes permaneceram fiéis a Roma. Flavius Josephus submeteu a cidade ao imperador romano Vespasiano.






Após este fato, a cidade tornou-se um mista após a queda do Jerusalém, com o sul da Judéia subjugado migrou para a população judaica para a Galiléia.






Em 145 da era cristã, o Rabino Shimon Bar Yochai "expurgou" os rituais impuros da cidade permitindo que os judeus se instalacem na cidade em grande número.






Os membros do Sinédrio, o tribunal judaico, também fugiram de Jerusalém durante a Grande Revolta judaica contra o Império Romano, e após várias tentativas, finalmente decidiram estabelecer-se em Tiberíades, por volta do ano de 150 da Era Cirstã.






Após a expulsão de todos os judeus de Jerusalém em 135, Tiberiades e Sepphoris, cidade vizinha, tornaram-se grandes centros de cultura judaica. Na Mishnah do Rabino Judá Hakkodesh declara-se que o Talmud teria sido escrito nesta cidade durante este período da história.






As sinagogas serviam as necessidades espirituais de uma crescente população judaica. Em 614, o local foi parte de mais uma última revolta judaica contra o Império Bizantino.






A população judaica apoiou os invasores persas e os cristãos foram massacrados e suas igrejas destruídas.






Em 628 da era cristã o exército bizantino retomou a cidade e o massacre dos cristãos foi substituído pelo massacre da população judaica de então.





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MACUMBA EVANGÉLICA Parte 01 a 10