sábado, 21 de fevereiro de 2009

ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL







Lição 8





22 de Fevereiro de 2009





Tema - O PERIGO DO ARDIL GIBEONITA





Texto Áureo - “Não durmamos, pois, como os demais, mas vigiemos e sejamos
sóbrios”(1 Ts 5.6).





Verdade Prática - Precisamos estar vigilantes quanto àqueles que, com artifícios ardilosos, infiltram-se na igreja visando impedir a concretização das promessas de Deus na vida de seu povo.





Hinos sugeridos 369, 388, 485.




LEITURA BÍBLICA Josué 9.1-6, 15,16.





1 — E sucedeu que, ouvindo isso todos os reis que estavam daquém do Jordão, nas montanhas, e nas campinas, e em toda a costa do grande mar, e em frente do Líbano, os heteus, e os amorreus, e os cana neus, e os ferezeus, e os heveus, e os jebuseus,






2 — se ajuntaram eles de comum acordo, para pelejar contra Josué e contra Israel.





3 — E os moradores de Gibeão, ouvindo o que josué fizera com jericó e com Ai,





4 — usaram também de astúcia, e foram, e se fingiram embaixadores, e tomaram sacos velhos sobre os seus jumentos e odres de vinho velhos, e rotos, e remendados;






5 — e nos pés sapatos velhos e remendados e vestes velhas sobre si; e todo o pão que traziam para o caminho era seco e bolorento.






6 — E vieram a josué, ao arraial, a Gilgal e lhe disseram, a ele e aos homens de Israel: Vimos de uma terra distante; fazei, pois, agora concerto conosco.






1 5 — E josué fez paz com eles e fez um concerto com eles, que lhes daria a vida; e os príncipes da congregação lhes prestaram juramento.






16 — E sucedeu que, ao fim de três dias, depois de fazerem concerto com eles, ouviram que eram seus visinhos e que moravam no meio deles.






INTRODUÇÃO


Ao tomarem conhecimento das vitórias de Israel sobre jericó e Ai, os reis que estavam daquém do jordão ficaram apavorados e inseguros com o que lhes poderia acontecer. Foi então que decidiram formar uma espécie de confederação para pelejar contra Israel (vv. 1,2). Todavia, os moradores de Gibeão, com medo e grande astúcia, anteciparam-se, propondo a Israel uma aliança que lhes preservasse a vida.





Nesta lição falaremos sobre o perigo do engano e da falsa aparência no meio do povo de Deus.






I- A CONFEDERAÇÃO DOS REIS DE CANAÃ (9.1,2)



1. O pavor e a reação dos reis cananeus. Até aqui, nas batalhas de Israel, os reis de Canaã estavam apenas na defensiva. Mas agora resolveram fazer uma coligação a fim de passarem ao ataque ante ao avanço dos israelitas: “Se ajuntaram eles de comum acordo, para pelejar...” (v.2). Esses inimigos do povo de Deus estavam prontos para superar suas diferenças pessoais e unirem- se para resistir ao avanço do povo de Deus. Contudo, não houve por parte de josué qualquer temor, pois ele estava convicto de que o Senhor o livraria das mãos daqueles ímpios:
“Toda ferramenta preparada contra ti não prosperará; e toda língua que se levantar contra ti em juízo, tu a condenarás” (Is 54.1 7).






2. O respeito pelo nome de josué. Quando ouviram falar das conquistas de Israel sob a liderança dejosué, e da devoção dos israelitas a um Deus pessoal e poderoso, e invencível, aqueles pequenos monarcas somente viam sua esmagadora derrota. josué tornara-se um líder e estrategista, reconhecido com temor em toda a terra de Canaã. josué sabia, e disso não poderia esquecer de que quem estava à sua frente era o grande Deus de Israel, o Senhor dos Exércitos.






II- O ARDIL DOS GIBEONITAS (9.31 5)



1 O perigo da astúcia do inimigo. Usar de ardil é o mesmo que seduzir, ludibriar ou enganar alguém. É uma manobra ardilosa com o intuito de induzir alguém ao erro. Entre aqueles que se ajuntaram para pelejar contra Israel, encontravam-se os gibeonitas, conhecidos como heveus (9.1,7), um dos povos mencionados pelo Senhor para ser lançado fora da terra prometida (Dt 7.1-6). Esta foi uma ordem divina que deveria ser cumprida cabalmente. Entretanto, enganado, Israel fez um acordo com os inimigos. A Palavra de Deus adverte-nos enfaticamente: “Sede sóbrios, vigiai, porque o diabo, vosso adversário, anda em derredor, bramando como leão, buscando a quem possa tragar; ao qual resisti firmes na fé” (1 Pe 5.8,9). Nosso cam po de batalha é invisível e espiritual. Portanto, devemos estar vigilantes quanto às sutis investidas de Satanás
contra a nossa vida cristã.






2. Os ardis ocultam males destruidores (9.3,4). Embora a cidade dos gibeonitas fosse maior do que Ai e seu exército ter grandes guerreiros (1 0.2), sabiam perfeitamente que jamais derrotariam Israel. Então, a única alternativa era dolorosamente esconderem sua identidade e tentar um concerto com os israelitas.






A Bíblia conta-nos que os heveus fizeram parte de algumas nações que viveram entre os israelitas para, com a permissão divina, provarem a fidelidade de Israel diante do Senhor (Jz 3.1-3). A Igreja de Cristo está no mundo, e vive entre os que não pertencem ao povo de Deus. Estes, às vezes, costumam se instalar no seio da igreja, com fingimento e hipocrisia (1 Jo 1.5-7).






3. A estratégia dolosa dos gibeonitas (9.4,5). “Tomaram sacos velhos sobre os seus jumentos e odres de vinho velhos, e rotos, e remendados; e nos pés sapatos velhos e remendados e vestes velhas sobre si; e todo o pão que traziam para o caminho era seco e bolorento”. Eles queriam dar a impressão de estarem vindo de uma terra distante, quando, na verdade, moravam em Gibeão, cidade bem próxima do acampamento de Israel.






É óbvio que os gibeonitas assim fizeram por medo, pois sabiam que todos os povos cananeus seriam expulsos daquelas terras, ou totalmente destruídos (Êx 23.31-33).






É bem verdade que eles queriam estar em paz com o povo de Deus (Js 9.4-6, 8,11), fazendo uma aliança que lhes garantisse a terra e a liberdade. Todavia, para alcançarem esse objetivo, usaram de artimanha e trapaça.






Josué e os príncipes de Israel só descobriram que haviam sido enganados, três dias depois de feito o pacto (v. 1 6).






4. O perigo da convivência com o engano. Após ter feito um acordo de paz com os gibeonitas, Israel teve de aceitar o “fermento que já estava na massa”. Paulo exortou a igreja de Corinto dizendo: “Não sabeis que um pouco de fermento faz levedar toda a massa?” (1 Co 5.6). Josué, como líder, falhou por não pedir conselho à boca do Senhor (Js 9.14). Os que dirigem a obra do Senhor jamais devem agir por conta própria nos assuntos e trabalhos da igreja, como é ocaso da Escola Dominical. Agir por livre-vontade é deixar de “andar no Espírito” para seguir os ditames da carne (Cl 5.16,25).






III - A FARSA DESCOBERTA (9. 16-22)



1. Israel descobre o erro cometido (9.16). As artimanhas e o engano têm vida curta. Ao fim de três dias, a verdade foi conhecida. Aquele povo, que dizia ter vindo de terras distantes, era vizinho de Israel e morava em três cidades conhecidas como Cefira, Beerote, e Quiriatejearim (v.1 7). Eles também aprenderam que a paz que se fundamenta na desonestidade não tem qualquer firmeza nem continuidade.






Os israelitas ficaram grande- mente perturbados, a tal ponto que toda a congregação murmurava contra os príncipes (v.1 8). Sem dúvida, agora eles teriam de arcar com as conseqüências desse terrível erro: haviam feito um acordo com os cananeus, e não podiam feri-los em função do juramento que fizeram ao Senhor, Deus de Israel.






2. Josué teve de honrar o acordo com os enganadores (9.18-20). Não havia como recuar! Ele não podia invalidar o pacto feito em nome do Senhor (v.1 5), pois a quebra de um juramento constituía uma grave transgressão. Por isso, fez o que parecia “bom e reto” (v.25). Primeiramente, libertou-os da morte (v.26). Depois, fez com que os gibeonitas se tornassem seus servidores. Eles seriam “rachadores de lenha e tiradores de água para a congregação e para o altar do Senhor” (v.27), uma atividade que estava ligada a adoração do Tabernáculo. Isso nos encoraja a não negligenciarmos as nossas promessas.






3. Os gibeonitas atuais na igreja. Estamos atravessando dias difíceis e trabalhosos em que “espíritos enganadores” têm entrado no seio da igreja (1 Tm 4.1) para difundir o erro, confundindo e distraindo o povo de Deus para estacionarem no caminho da fé e, por fim, se desviarem. Precisamos vigiar! Muitos se apresentam como líderes, pregadores e ensinadores, mas, na verdade, não passam de falsários, promotores do engano, da confusão e da discórdia. Estes têm trazido para a Igreja toda sorte de contaminação, por meio de ensinos heréticos, falsa unção, pseudo-espiritualidade e costumes mundanos. Utilizam-se de todo tipo de trapaça a fim de ludibriar o povo de Deus (Tt 1.16).






CONCLUSÃO



A grande lição desta história bíblica dos gibeonitas é que precisamos estar atentos, vigilantes e dependentes da direção divina, para evitarmos erros e males como os que Josué e Israel cometeram. Satanás sempre usará de artifícios para enganar o povo de Deus, com o intuito de impedi-lo de chegar à “Terra Prometida”. Vigiemos, pois, em todo o tempo, na dependência do Senhor.





Lições Bíblicas, 1º Trimestre, CPAD Rio de Janeiro - 2009






Transcrição / Costa





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Presidente israelita convida Netanyahu a formar governo







Imagem do primeiro-ministro indigitado, Benjamin Netanyahu, e do Presidente de Israel, Shimon Peres
Yossi Zamit, EPA O Irão e o "terrorismo" constituem, segundo Netanyahu, as grandes ameaças ao "futuro do Estado de Israel"





O Presidente de Israel, Shimon Peres, convidou hoje Benjamin Netanyahu a formar o próximo governo do país. O líder do Likud, a principal formação da direita israelita, coloca a segurança no topo das suas prioridades e apela à composição de um executivo de unidade com a participação dos partidos Kadima e Trabalhista.








Depois de a matemática das legislativas de 10 de Fevereiro ter prolongado a agonia da indefinição política em Israel, o xadrez dos bastidores acabou por devolver o poder executivo à direita.








O “falcão” Benjamin Netanyahu, defensor de uma quase total reversão do processo de paz israelo-palestiniano, regressa à ponte de comando do governo, por onde já havia passado entre 1996 e 1999. Para trás fica uma semana de negociações e procura de alianças.








O escrutínio atribuiu ao Likud 27 dos 120 assentos do Knesset (Parlamento israelita). Os centristas do Kadima, liderados pela ministra dos Negócios Estrangeiros Tzipi Livni, conseguiram 28.








O desfecho do jogo pós-eleitoral estava em larga medida condicionado à posição do ultranacionalista Avigdor Liebermam e do seu partido Yisrael Beiteinu; o apoio ao programa conservador de Netanyahu chegou na quinta-feira.

Imagem do primeiro-ministro indigitado de Israel, Benjamin Netanyahu

O líder do Likud está agora confrontado com duas vias: a escolha de um gabinete circunscrito aos aliados da linha dura ou o alargamento do executivo ao Kadima de Tzipi Livni e ao Partido Trabalhista do até agora ministro da Defesa, Ehud Barak.








Benjamin Netanyahu diz-se disposto a enveredar pelo segundo caminho, ainda que Livni já tenha dito por mais do que uma ocasião que não está interessada em suportar ao lado da direita mais radical o fardo de um provável naufrágio do processo de paz no Médio Oriente.








Acordo improvável

O mais recente atestado da indisponibilidade de Tzipi Livni foi deixado à saída do último encontro com o Presidente Shimon Peres.








A líder do partido fundado por Ariel Sharon, em dissidência com o Likud, recusou “servir de disfarce para uma falta de direcção”: “Quero liderar Israel da forma em que acredito, fazer avançar um processo de paz baseado em dois Estados para dois povos”.

Imagem da líder do Kadima, Tzipi Livni

Para justificar a sua posição, a dirigente do Kadima invocou mesmo a corrente dominante na história política do Estado hebraico. Em Israel, lembrou Livni, o líder do partido mais votado foi sempre convidado a formar governo.








Ainda assim, depois de receber o testemunho das mãos do Presidente, Netanyahu insistiu em falar na direcção dos adversários.









“Lanço um apelo à presidente do Kadima, Tzipi Livni, e ao presidente do Partido Trabalhista, Ehud Barak, a quem digo: vamos unir-nos para assegurar o futuro do Estado de Israel”.








“Peço-vos para que nos encontremos com o objectivo de discutir a formação de um governo alargado de unidade nacional em prol do povo e do Estado”, exortou o primeiro-ministro indigitado.








Ao lado de Netanyahu, Shimon Peres fez questão de frisar que só nomeou o líder da direita israelita depois de perceber que estava em condições de garantir uma maioria clara no Knesset.








”Desafios colossais”

Das primeiras declarações do primeiro-ministro indigitado ressalta a tese de que Israel “atravessa um período crucial” caracterizado por “desafios colossais”. Entre os quais o Irão, que “procura dotar-se de armas nucleares e constitui a ameaça mais grave para a existência [de Israel] desde a guerra da independência” de 1948.









Numa alusão à Síria e ao Hezbollah xiita libanês, Netanyahu citou o espectro de “forças terroristas do Irão que ameaçam Israel a Norte”.








“Há várias décadas que Israel não enfrenta desafios tão temíveis. Cabe-nos a responsabilidade de obter a segurança do nosso país, a paz com os nossos vizinhos e a unidade entre nós”, assinalou o líder do Likud.








Quanto aos territórios palestinianos, ou mesmo ao projecto de “dois Estados para dois povos” patrocinado pela nova Administração norte-americana, impera para já o silêncio.









Autoridade Palestiniana e Hamas esperam dias difíceis

A Autoridade Palestiniana apressou-se a condicionar qualquer forma de diálogo com o futuro governo a um compromisso imediato para com o processo de paz.

Imagem do Presidente da Autoridade Palestiniana, Mahmud Abbas

“Não trataremos com o governo israelita, a não ser que aceite uma solução baseada em dois Estados, impeça a expansão de colonatos e respeite os acordos passados”, afirmou um porta-voz do Presidente palestiniano Mahmud Abbas, em declarações à France Presse.








A partir do enclave da Faixa de Gaza, o movimento islamista Hamas sublinhou que Israel não poderia ter escolhido um dirigente político “mais extremista”.








A nomeação do líder do Likud “não augura um período de paz ou de estabilidade na região”, estimou o porta-voz da administração do Hamas em Gaza, Fawzi Barhum.








Netanyahu tem um prazo de 28 dias, eventualmente prorrogável por mais 14, para apresentar a composição do executivo ao Parlamento.








Carlos Santos Neves, RTP










http://ww1.rtp.pt/noticias/?article=388874&visual=26&tema=2








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quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Egipto critica Israel por condicionar trégua à libertação de Shalit







Emil Salman/Reuters
Olmert surpreendeu ontem os aliados egípcios com novas exigências





O ministro dos Negócios Estrangeiros egípcio acusou hoje o Governo israelita de minar os esforços feitos pelo país para conseguir um cessar-fogo permanente na Faixa de Gaza, ao colocar como condição a libertação do soldado Gilad Shalit. Num sinal de desagrado, o Cairo mandou regressar uma delegação que estava no país vizinho a negociar acordos comerciais.








Ao decidir ligar a trégua à libertação, Israel “afasta qualquer hipótese de um cessar-fogo”, declarou Hossam Zaki, naquela que é a condenação mais forte à decisão do primeiro-ministro, Ehud Olmert, criticada também pelo principal negociador israelita, Amos Gilad.








O diário israelita “Haaretz” noticiou, entretanto, que a delegação egípcia que esta manhã chegou a Telavive para contactos com o Ministério da Indústria, Comércio e Trabalho recebeu ordens para “suspender as conversações” e “regressar imediatamente ao Egipto”. A decisão é vista como uma retaliação pelas exigências israelitas, mas o jornal adianta que, entretanto, o embaixador israelita em Telavive telefonou ao Ministério dos Negócios Estrangeiros para lhe garantir que a precipitada saída da delegação se deveu a “razões técnicas”, tendo sido chamada ao Cairo para “consultas profissionais”.








O gabinete de segurança israelita decidiu ontem manter o bloqueio à Faixa de Gaza até que o Hamas aceite libertar o soldado Gilad Shalit, raptado em 2006. A decisão pôs travão às esperanças de um rápido acordo para uma trégua de longo prazo entre Israel e o Hamas, o movimento palestiniano que controla Gaza e que, por seu lado, condiciona o fim das hostilidades à reabertura das fronteiras.








O primeiro-ministro israelita, Ehud Olmert, escusou-se a comentar as declarações dos dirigentes egípcios, limitando-se a reafirmar que o país está disponível para libertar “centenas” de prisioneiros palestinianos em troca de Shalit. O Hamas exigiu a libertação de 1400 presos palestinianos, mas insistiu sempre que este caso deve ser negociado à parte e só após o fim do bloqueio israelita.







http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1365931&idCanal=11







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quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Israel condiciona trégua com o Hamas à devolução de Gilad Shalit







Da EFE



Elías L. Benarroch.


Jerusalém, 18 fev (EFE).- Israel decidiu vincular qualquer acordo de trégua com o Hamas na Faixa de Gaza à libertação do soldado Gilad Shalit, enquanto espera que seja formado um novo Governo após os contatos políticos que o presidente israelense, Shimon Peres, iniciou hoje.


Em uma decisão que pode atrasar em meses as negociações com o movimento islâmico, o Gabinete de Segurança Nacional israelense, que é presidido pelo primeiro-ministro, Ehud Olmert, decidiu que não haverá abertura de passagens sem o retorno de Shalit, preso em Gaza desde junho de 2006.


"Israel continuará seus esforços humanitários (..) e para isto permitirá uma atividade parcial nas passagens fronteiriças com Gaza (..), mas a expansão de atividades nas passagens será discutida quando Shalit for libertado", declarou em comunicado o Escritório do Primeiro-ministro israelense.


Trata-se de uma postura que cria obstáculos para qualquer solução política na região após Israel e Hamas decretarem separadamente o cessar-fogo em 18 de janeiro, após 22 dias de conflito em Gaza que tirou a vida de 1.400 palestinos, a maior parte civis, e de 13 israelenses, na maior parte militares.


O Hamas assegurou então que sem a abertura de fronteiras não aceitaria uma trégua a longo prazo, e hoje seus líderes defenderam que se mantivesse separados este eventual acordo e a libertação de Shalit, que afirmam que deve ser negociada à parte.


"Não pode haver trégua a não ser que o bloqueio (a Gaza) seja interrompido e as passagens reabertas. A questão da trégua não deve estar ligada à libertação do prisioneiro Shalit", declarou o líder do Bureau político do movimento islâmico, Khaled Meshaal, desde seu exílio em Damasco.


Ismail Radwán, o porta-voz do Hamas em Gaza, considerou a decisão "uma punhalada nas costas do Egito", pois a nova postura israelense chega em um momento no qual todas as partes estavam convencidas de que o acordo era questão de dias.


Segundo Radwán, a decisão "não dobrará" o Hamas, que "continuará apegado a seu direito de defesa própria".


"Não temos nenhuma pressa", declarou.


Em Israel a resolução governamental foi recebida com o apoio generalizado da população e dos líderes políticos, que veem a trégua como uma "hesitação" perante o Hamas e desejam "maquiar" seu amargo sabor com a libertação de Shalit.


"Seria inconcebível aceitar uma trégua e a abertura de passagens em Gaza sem a libertação de Shalit", declarou o ministro do Interior de Israel, Meir Sheetrit.


No comunicado governamental está a possível libertação de Shalit em uma troca de prisioneiros, sobre o qual, no entanto, se afirma "que os números ainda devem ser concordados".


Pela libertação de Shalit o Hamas exige a de cerca de 1.400 palestinos de diferentes correntes políticas, entre eles muitos dos responsáveis pelos atentados suicidas durante a Intifada de al-Aqsa, que começou em 2000.


Com a custosa libertação de seu soldado - uma histórica obrigação moral para qualquer Governo israelense -, o Governo de Olmert também deseja disfarçar uma trégua que poderia fortalecer o Hamas ante os moderados do Fatah, interlocutores de Israel nas negociações de paz de Annapolis.


Especialistas também afirmam que Olmert talvez espere obter maiores concessões do Hamas nas duas negociações - a da trégua e a da troca de prisioneiros -, ao ter como contrapeso a quase certa entrada da direita nacionalista no Governo de Israel.


O partido direitista Likud, sob comando de Benjamin Netanyahu, ficou em segundo lugar nas eleições de 10 de fevereiro. Porém, ao ter mais aliados possíveis que o vencedor do pleito, o centrista Kadima de Tzipi Livni, é muito provável que a incumbência de formar Governo seja recebida por ele.


A responsabilidade recai em Peres, que esta tarde começou as reuniões com os líderes dos grupos com representação parlamentar antes de decidir: primeiro com os do Kadima, a maior força política, e depois com os do Likud.


Ao receber os resultados das eleições Peres expressou "sua confiança de que se forme uma coalizão ampla, na qual todos os que façam parte dela tenham diante de si os interesses do Estado".


Amanhã o presidente israelense seguirá a rodada de consultas para verificar se algum dos dois candidatos, Netanyahu ou Livni, contam com o apoio de pelo menos 61 dos 120 deputados da Knesset para a encarregar da formação do novo Governo. EFE





http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,MUL1007972-5602,00-ISRAEL+CONDICIONA+TREGUA+COM+O+HAMAS+A+DEVOLUCAO+DE+GILAD+SHALIT.html






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terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Premiê israelense acha que trégua incluirá libertação de soldado







Da EFE




Jerusalém, 17 fev (EFE).- O primeiro-ministro israelense, Ehud Olmert, que analisará amanhã com seu gabinete os últimos contatos para um cessar-fogo com o Hamas, expressou hoje sua confiança em que um eventual acordo incluirá a libertação do soldado Gilad Shalit.


"Espero que a questão termine em uma pequena margem de tempo", disse Olmert, durante uma visita aos túneis arqueológicos cavados junto ao Muro das Lamentações, na Cidade Antiga de Jerusalém.


Olmert deve estudar com os ministros de seu gabinete amanhã os últimos contatos mantidos com as autoridades egípcias, que fazem a mediação nas negociações para conseguir um cessar-fogo durável com as facções armadas palestinas na Faixa de Gaza, lideradas pelo Hamas.


Nessa reunião, indica a imprensa local, espera-se que Olmert peça aos ministros que aprovem as condições de uma trégua que inclua um acordo para a libertação de Shalit, como parte de uma eventual troca de presos.


"Tomaremos decisões sobre este assunto amanhã e espero que as decisões sirvam de base para permitir uma solução para o problema em um curto espaço de tempo, inclusive se não for durante o mandato do atual Governo", disse.


Olmert informou ao presidente egípcio, Hosni Mubarak, sobre sua posição e disse que Israel só aceitará um acordo baseado no fim das hostilidades acompanhado da libertação do soldado israelense.


O braço armado do Hamas, as Brigadas de Ezedin al-Qassam, e outras duas facções palestinas capturaram o soldado em junho de 2006, após atacar uma base militar em território israelense situada nas imediações da Faixa de Gaza.


Um dirigente do Hamas citado pelo jornal árabe editado em Londres "Al-Hayat" não descartou, no entanto, a possibilidade de uma troca de prisioneiros incluindo Shalit antes do acordo de cessar-fogo que as partes negociam com a mediação do Cairo. EFE





http://g1.globo.com






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segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

MISSõES, UMA PRIORIDADE SEMPRE!







Nos últimos dias muito se tem ouvido sobre a Índia, país que abriga a segunda maior população da terra: um bilhão de habitantes. Também se observa a divulgação do hinduísmo, a opção religiosa de mais de 800/o da população. Classificada como uma religião politeísta, o hinduísmo abriga mais de 33 milhões de deuses, que são adorados das mais diversas maneiras.








Tempos atrás uma notícia triste foi divulgada: Um casal de missionários estava à beira do Rio Ganges, na Índia, que é considerado sagrado pelo hinduísmo, e viu um casal de indianos jogarem seu próprio bebé nas águas. Interpelado pelos missionários sobre a razão daquele ato, o pai respondeu que os deuses haviam mandado. Então, os missionários lhes falaram sobre o Evangelho de jesus, e a mãe, comovida com aquela mensagem disse: “Se vocês tivessem chegado aqui meia hora antes, meu filho não teria morrido”.








Que a nossa igreja em Belém assuma o compromisso da oração e intercessão, com a convicção de que o caminho para os indianos e demais povos do mundo é o Senhor jesus e de que a obra missionária é urgente e prioridade sempre.








Pr. Kadmiel Pacífico da Costa








Secretário de Missões da Igreja em Belém









Boletim semanal nº 615, de 15 a 21 de Fevereiro de 2009
Assembleia de Deus - Belém PA Brasil

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MACUMBA EVANGÉLICA Parte 01 a 10