sábado, 28 de fevereiro de 2009

ESCOLA BÍBLICA DOMINCAL







Lição 9




01 de Março de 2009





Tema - O SENHOR PELEJA POR SEU POVO




Texto Áureo - “O Senhor pelejará por vós, e vos calareis” (Êx 14.14).






Verdade Prática - É Deus que nos concede a vitória. É Ele quem nos livra das mãos dos nossos inimigos. Portanto, somente o Senhor é digno de todo o louvor e de toda a glória.





Hinos sugeridos - 225, 372, 386.





LEITURA BÍBLICA EM CLASSE - Josué 10.6-8, 12-14.





6 — Enviaram, pois, os homens de Gíbeão a Josué ao arraial de Gilgal, dizendo: Não retires as tuas mãos de teus servos; sobe apressadamente a nós, e livra-nos, e ajuda-nos, porquanto todos os reis dos amorreus que habitam na montanha se ajuntaram contra nós.





7 — Então, subiu Josué de Gilgal, ele e toda a gente de guerra com ele e todos os vatentes e valorosos.





8 — E o SENHOR disse a Josué: Não os temas, porque os tenho dado na tua mão; nenhum deles parará diante de ti.





12 — Então, Josué falou ao SENHOR, no dia em que o SENHOR deu os amorreus na mão dos filhos de Israel, e disse aos olhos dos israelitas: Sol, detém-te em Gibeão, e tu lua, no vale de Aijalom.





13— E o sol se deteve, e a lua parou, até que o povo se vingou de seus inimigos, Isso não está escrito no Livro do Reto? O sol, pois, se deteve no meio do céu e não se apressou a pôr-se, quase um dia inteiro.





14 — E não houve dia semelhante a este, nem antes nem depois dele, ouvindo o SENHOR, assim, a voz de um homem; porque o SENHOR pelejava por Israel.





INTRODUÇÃO





Nesta lição, aprenderemos que Deus se utiliza de meios naturais e sobrenaturais para dar vitória ao seu povo em suas lutas.





Às vezes, é necessário que portentosos milagres sejam realizados a fim de que o Senhor cumpra o seu plano e propósito na vida do crente. Todavia, o Senhor somente intervirá se formos plenamente obedientes à sua santa vontade.





I - AS VITÓRIAS DE ISRAEL AO SUL DA PALESTINA (Js 10)





Preocupados com o acordo de paz entre Israel e os moradores de Gibeão, cinco reis dos amorreus
uniram-se numa confederação contra os gibeonitas (10.1-5). Estes, reconhecendo o enorme risco que corriam, pediram socorro a Josué: “sobe apressadamente a nós, e livra- nos, e ajuda-nos” (v.6).





1. Josué socorre os gibeofitas (Js 10.6). Os gibeonitas enfrentaram uma situação muito difícil, porém, com sabedoria. Sem qualquer receio, manifestaram sua necessidade de ajuda, e uma autêntica fé em Deus, considerando-o como aquele que tem mais poder que todos os reis e demais chefes juntos.





A resposta de Josué foi imediata: reuniu seu exército e partiu em socorro de Gibeão (v.7). Ele tinha certeza de que o Senhor dos Exércitos estava com ele: “E o Senhor disse a Josué: não os temas, porque os tenho dado na tua mão; nenhum deles parará diante de ti” (v.8). Josué e seus valentes saíram de Gilgal e caminharam e dois quilômetros a oeste de onde estavam (v.9). Após uma renhida batalha, os amorreus fugiram, mas Israel os perseguiu (v.1 0). Josué estava consciente de que a experiência e a coragem de seus homens não eram suficientes. Porém, sua certeza de vitória era a mesma do profeta Jeremias: “O SENHOR está comigo como um valente terrível; por isso, tropeçarão os meus perseguidores e não prevalecerão’ (Jr 20.1 1).





2. Deus peleja a favor de seu povo(Js 10.10,11). Deus interveio, intervém e sempre intervirá a favor do seu povo (Is 42.1 3). O Senhor não permitiu que os inimigos de lsrael escapassem com vida. No momento em que fugiam à descida de Bete-Horom, o Todo-Poderoso surpreendeu-os, lançando sobre eles, do céu, grandes pedras de gelo. “E foram muito mais os que morreram das pedras da saraiva do qu os filhos de Israel mataram à espada”(v.11).





Aquela batalha era do Senhor! Cumpriu-se, então, o que o salmista cantaria no futuro: “Àquele que feriu os grandes reis;porque a sua benignidade é para sempre” (SI 1 36.1 7).





II - O DIA MAIS LONGO DA HISTÓRIA (Js 10.12-14)





1. A discussão leviana dos críticos da Bíblia. Os milagres bíblicos sempre foram alvos de severas críticas dos tolos. Há os que crêem piamente nas intervenções sobrenaturais de Deus como fatos verídicos e históricos. Mas, também há os que as negam, terminantemente, atribuindo aos milagres um caráter lendário ou mítico. Entre os milagres divinos mais criticados estão: a passagem de Israel pelo Mar Vermelho (Ex 14.15- 31); a provisão do maná durante 40 anos (Êx 16.35); a água que jorrou da rocha em Horebe (Êx 1 7.6); o machado que flutuou (2 Rs 6.5-7); a saraivada sobre os reis fugitivos (Js 10.11) e o extraordinário “dia longo”, o mais criticado (Js 10.12-1 5).





Alguns teólogos incrédulos têm interpretado o milagre do “dia longo” como uma “hipérbole poética”. Outros consideram a possibilidade de um eclipse. E, há ainda, os que costumam relacionar esse acontecimento a presságios místicos e astrológicos sobre o sol e a lua, algo comum entre os antigos povos do Oriente Médio.





Na tentativa de rejeitarem a ação sobrenatural de Deus nesse episódio, alguns chegam a dizer que um cometa passou bem perto da Terra, diminuindo sua rotação, e assim, prolongando a claridade do dia. Todavia, essas explicações racionalistas não explicam convincentemente este grande acontecimento.





Os milagres bíblicos não necessitam de provas científicas que os tornem verdadeiros. A inspiração e a autoridade da Escritura são suficientes para crermos em sua realidade.





2. O “dia prolongado” é um fato incontestável (Js 10.13). O texto literalmente diz que “o sol se deteve e a lua parou”. Essa declaração lembra o ato criador de Gênesis 1 .1 6- 1 8, quando Deus criou os dois grandes luminares para a terra: o sol e a lua. A batalha estava em andamento, e Josué objetivava a vitória. Sua fé e destemor adentraram o sobrenatural de Deus e, sem que ninguém esperasse, o homem de Deus ordenou ao sol e à lua: “Sol, detém-te em Gibeão, e tu lua, no vale de Aijalom” (v.12). Deus prolongou a luz do dia. Ele não tem obrigação de detalhar o “como” de seus atos. O milagre singular aconteceu: “E não houve dia semelhante a este, nem antes nem depois dele, ouvindo o SENHOR, assim, a voz de um homem; porque o SENHOR pelejava por Israel” (v.14).





O que a Bíblia diz é mais que suficiente para os que crêem: Josué orou, Deus ouviu, o sol se deteve e a lua parou! O Senhor é o Criador do universo e tem poder sobre tudo o que Ele criou. Ele faz o que quer. Seja interferir nos pólos e inclinar a terra no seu eixo, seja produzir uma refração nos raios solares; não importa. Tudo fará para cumprir seus desígnios e propósitos. Ele é o Criador, dono e Senhor absoluto do universo (SI 97.1-12; 136.4-9).





III — NOVAS CONQUISTAS MILITARES DE ISRAEL (Js 10.16-11.1-9)





Na vitória de Israel contra a confederação sulista, cinco reis foram executados e suas cidades conquistadas (Js 10.16-43). Jabim, o rei de Hazor, temendo as investidas militares de Israel na região norte (Js 11 .2), formou uma nova confederação para resistir o avanço israelita (Js 11.1-1 5).





1. O ânimo de Josué após a vitória em Gibeão (Js 10.25). A cada vitória, Josué buscava ao Senhor que prontamente o animava e concedia-lhe as diretrizes para as batalhas (v.25). Deus em nenhum momento abandonou seu povo. Ao contrário, o Senhor sempre pelejou a favor de seus filhos (Êx 14.14).




Josué não assumiu a prerrogativa de um vencedor arrogante, ma reafirmava aos seus homens que “assim fará o Senhor a todos os vossos inimigos” (v.25). Ele apenas dizia: “Não temais, nem vos espanteis; esforçai-vos e animai-vos” (v25). Desse modo seus inimigos não podiam impedir o povo de Deus de herdar a trra da promessa.





2. O Senhor dá a vitória a Josué contra outros reis (Js 10.28- 43). A despeito de vencer uma coligação de cinco reis, Josué perseverou em sua marcha contra outros sete (vv.28-43). Nos versículos que narram essas grandes conquistas deparamo-nos com a seguinte frase: “E O SENHOR a deu na mão de Israel” (vv.30, 32). Isto denota que Josué e seus valorosos soldados guerreavam, mas a vitória provinha da sua confiança no Senhor dos Exercitos (Sl 46. 7; 84. 1 2; 1 Cr 11. 9). A Bíblia é convincente E de uma vez tomou Josué todos esses reis e as suas terras, porquanto o SENHOR, Deus de Israel, pelejava por Israel” (Js 1 0. 42). Quando é o Senhor que peleja a favor do crente, a vitória está garantida.





3. Josué destrói a coalizão de reis inimigos (Js 11.1-5). As notícias de que Israel derrotou as coligações sulistas, preocuparam os reis da região norte de Canaã (vv.1- 5). Sob a liderança do rei Jabim, de Hazor os reis nortistas uniram se na tentativa de impedir o avanço dos israelitas Era uma multidão como a areia que esta na praia do mar e possuiam muitíssimos cavalos e carro (v 4) Contudo todos faziam parte do grupo de povos a serem destruidos por Israel (Gn 15. 18-21 Dt 7. 1, 2 Js 11. 3) Deus mais uma vez anima a Josué, dizendo: “Não temas diante deles” (v.6). A vitória foi total e completa, pois Deus sempre cumpre suas promessas. Os planos do Senhor não são adiados nem antecipados. Tudo se cumpre no momento certo. Ele é fiel, imutável e verdadeiro (Ml 3.6).





CONCLUSÃO





Nesta lição aprendemos que não devemos depender de nossas próprias forças, inteligência, estratégias ou recursos, quando estivermos enfrentando uma luta, problema, crise, conflito, tribulação, sofrimento, etc. É o Senhor quem nos garante a vitória. Portanto, depositemos nEle toda a nossa confiança. O Senhor pelejará por nós (Êx 14.1 4).





Lições Bíblicas, 1º Trimestre, CPAD Rio de Janeiro - 2009





Transcrição / Costa





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quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Bispo que nega o Holocausto desembarca em Londres








Escoltado pela polícia, o bispo católico Richard Williamson (C) desembarca no aeroporto de Heatrhow, em Londres, vindo da Argentina




LONDRES (AFP) — O bispo negacionista britânico Richard Williamson desembarcou na manhã desta quarta-feira no aeroporto londrino de Heathrow, procedente da Argentina, onde as autoridades o obrigaram a abandonar o país.






Williamson passou pelo portão de desembarque do aeroporto, onde era aguardado por uma multidão de fotógrafos.






Vestido com batina, sorridente e aparentemente tranquilo, foi escoltado pela polícia até a saída do aeroporto e não fez declarações.






O ministro argentino do Interior, Florencio Randazzo, anunciou na quinta-feira da semana passada que Williamson tinha prazo de 10 dias para abandonar o país, onde morava desde 2003, "sob pena de expulsão" por suas declarações sobre o Holocausto.






Richard Williamson declarou em uma entrevista a um canal sueco de TV: "Penso que não existiram câmaras de gás (...) Acredito que de 200.000 a 300.000 judeus morreram nos campos de concentração, mas nenhum na câmaras de gás".





www.google.com/hostednews/afp/article/ALeqM5jjXXFd_ALr65mdmwomsjlY-FYJVw





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segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

O Carnaval, um tiro que saiu pela culatra







O Carnaval é uma festa baseada em costumes antigos com início nos cultos agrários da Grécia, Com o surgimento da agricultura, os homens passaram a comemorar a fertilidade e produtividade do solo, no espaço dos anos 605 a 527 a.C.






O Carnaval desde o seu início sempre foi uma festa pagã que começa quando Pisistráto oficializa o culto a Dioniso na Grécia, no século VII a.C. e, deixa o paganismo, claro, “entre aspas”, quando a Igreja Católica adota a festa em 590 d.C.






O Carnaval passa a existir como uma festa cristã quando a Igreja Católica o oficializa em 590 d.C. Aquilo que antes, a instituição condenava como festa pagã, por seu caráter “pecaminoso” aos olhos da Igreja, agora, as autoridades eclesiásticas da época transformaram em festividade cristã.






A transformação do Pagão em Cristão, pela Igreja Católica, foi nada menos que um tiro disparado que saiu pela culatra da arma do atirador que deixou de atingir X acertando em Y. O período do Carnaval agora seria marcado pelo "adeus à carne" ou "carne vale" dando origem ao termo "Carnaval".






As Autoridades Eclesiásticas viram-se acuadas em um beco sem saída, e tentaram mudar o sentido da festa, não era mais possível proibir o Carnaval pagão. Foi então que houve a imposição de cerimônias oficiais sérias para conter a libertinagem. Porém, a idéia de fugir do paganismo para o espírito do cristianismo, batia de frente com a principal característica do Carnaval vivido na época: o riso, as diversas brincadeiras, o disfarce, o culto a Dioniso, deus grego e mais outros de outras nações.






Durante o período do Carnaval havia uma grande concentração de festejos populares. Cada cidade brincava a seu modo, de acordo com seus costumes. Não deu certo, a Igreja errou, ela não transforma, Jesus disse que isto é missão do Espírito Santo.







A tradição já se espalhado por Grécia e Roma, entre o século VII a.C. e VI d.C. A separação da sociedade em classes fazia com que houvesse a necessidade de válvulas de escape. É nessa época que sexo e as bebidas se fazem presentes na festa.







E como não deu certo, em 1545, no Concílio de Trento, o Carnaval é reconhecido como uma manifestação popular de rua.







O Papa Gregório XIII, em 1582,transforma o Calendário Juliano em Gregoriano, e estabelece as datas do Carnaval. O motivo da mobilidade da data, é para não coincidir com a Páscoa Católica, e dos judeus.






O calendário de estabelecimento da festa religiosa e carnaval ficou assim: O cálculo é um pouco complexo. Determina-se o equinócio da primavera, que ocorre entra os dias 21 e 22 de março no hemisfério norte. Observando a lua nova que antecede o equinócio, o primeiro domingo após o 14º dia de lua nova é o domingo de Páscoa. Como o primeiro dia da lua nova, antes de 21 de março, é entre 08 de março e 05 de abril, a Páscoa só pode ser entre 22 de março e 25 de abril. O domingo de carnaval é sempre no 7º domingo que antecede ao domingo de Páscoa.







A festa carnavalesca surge a partir da implantação pela Igreja Católica antecedida por quarenta dias de jejum, chamado de Quaresma. Esse longo período de privações acabaria por incentivar a reunião de diversas festividades nos dias que antecediam a Quarta-feira de Cinzas, o primeiro dia da Quaresma. A palavra "carnaval" está, desse modo, relacionada com a idéia de "afastamento" dos prazeres da carne marcado pela expressão "carne vale", que, acabou por formar a palavra "carnaval".







O Carnaval brasileiro surge em 1723, com a chegada de portugueses das Ilhas da Madeira, Açores e Cabo Verde. A principal diversão dos foliões era jogar água nos outros. O primeiro registro de baile é de 1840.






Em 1855 surgiram os primeiros grandes clubes carnavalescos, precursores das atuais escolas de samba. No início século XX, já havia diversos cordões e blocos, que desfilavam pela cidade durante o Carnaval. A primeira escola de samba foi fundada em 1928 no bairro do Estácio e se chamava Deixa Falar. A partir de então, outras foram surgindo até chegarmos à grande festa que vemos hoje.






O Carnaval moderno, feito de desfiles e fantasias, é produto da sociedade vitoriana do século XIX. A cidade de París foi o principal modelo exportador da festa carnavalesca para o mundo. Cidades como Nice, Orleans, Toronto e Rio de Janeiro se inspirariam no Carnaval francês para implantar suas novas festas carnavalescas.







No período do Renascimento, as festas que aconteciam nos dias de carnaval incorporaram os bailes de máscaras com suas ricas fantasias e os carros alegóricos como se verifica atualmente aqui no Brasil a caráter de festa popular e organizada. Juntaram-se outros tipos de comemoração e progressivamente a festa foi tomando o formato atual.







O Carnaval é um período de festas regidas pelo ano lunar no Cristianismo da Idade Média. é um tiro disparado pela Igreja Católica que popularmente dizemos saiu pela culatra a atingiu a face do atirador.







Costa







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domingo, 22 de fevereiro de 2009

Netanyahu quer que Livni faça parte de governo 'amplo' em Israel







Líder do partido Likud foi encarregado de formar governo.
'Cada um deve fazer concessões', afirmou o assessor de Netanyahu.

Da France Presse


Benjamin Netanyahu, líder do partido de direita israelense Likud e encarregado de formar o novo governo de Israel, quer propor a participação do Kadima, de Tzipi Livni, em um gabinete "o mais amplo possível", disse neste domingo (22) um de seus assessores.


"Queremos formar um governo o mais amplo possível, e para isso é preciso criar equipes de negociadores", para corrigir diferenças, afirmou à rádio militar israelense o deputado Sylvan Shalom.


"Cada um deve fazer concessões", afirmou o assessor de Netanyahu. Sylvan Shalom fez suas declarações antes de um encontro previsto para a tarde deste domingo entre o ex-primeiro-ministro Netanyahu e a chefe da atual diplomacia Tzipi Livni.


Nas eleições legislativas de 10 de fevereiro, o Kadima obteve 28 deputados, contra os 27 do Likud. No entanto, a formação conservadora conta a priori com o apoio de 65 dos 120 deputados do Parlamento.


Na sexta-feira, Netanyahu recebeu oficialmente a missão de formar um governo. Ao se abrir para o centro, evitaria uma dependência maior de aliados da extrema direita, além dos eventuais atritos que poderiam ocorrer com o governo Obama, que quer reativar o processo de paz.




http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,MUL1013637-5602,00-NETANYAHU+QUER+QUE+LIVNI+FACA+PARTE+DE+GOVERNO+AMPLO+EM+ISRAEL.html






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MACUMBA EVANGÉLICA Parte 01 a 10